Eu não aceito te perder assim. Eu ainda tenho muito amor guardado pra te dar. ‘sou menino, e teu amor é que me faz crescer’ . A tristeza me rende textos, alguns mergulhos na bebida, e sempre ressaca moral. Mas a felicidade me rende voce. Ou melhor,ela vem de você. Do seu sorriso mágico. Da sua voz desgovernada quando tenta cantar aquelas partes graves de Coldplay ,ou imitar o instrumental de Los Hermanos. Eu sempre dou risada. Quando tenta me irritar, e aperta meu nariz. Ah, eu já falei que eu adoro o formato das suas mãos? Elas têm um formatozinho quadrado, que é só seu. Ou de quando a gente ri do jeito afastado de alguns casais que estao entediados se comportam, numa promessa implícita de nunca ficarmos assim. Ou quando voce me enche de perguntas de manhã, porque sabe que sou lesada, e nunca sei nem o meu nome quando acordo. O jeito que dorme, o tanto que fala, o modo como fala, seu cheiro, seu jeito, seu estilo, seu olhar, seu tudo. Meu tudo. Eu quero, e preciso. Eu sei que ainda temos muita coisa pra viver. Eu quero ter muitas brincadeiras internas, muitas histórias e muito tempo com voce.

Letícia Carvalho


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Posted hace 1 semana


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5 684 notas   -   Posted hace 3 semanas

Passei a vida te esperando, entende? Quando eu te escondo o jogo, quando eu te trato mal, é tudo medo, é tudo medo do amor.
Cazuza.     (via descritivo)

(Fuente: snowlk)

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28 054 notas   -   Posted hace 4 meses

Não me venha com essa merda de idéia clichê de livro de auto ajuda, em que a gente só tem o amor que merece. Amor que merece o caramba! Podem sair espalhando que as pessoas têm o respeito que merecem. Isso sim, depende da atitudes alheias. Amor não é o tipo de coisa que se merece, deseja, ou perde. Amor não some. Ele desgasta, mas continua por aí, de outras formas. Amor não se deseja. Ele vem. Chega da forma mais assustadora possível, e quando menos se espera. Eu nunca vou saber se ele chega pra ficar até que a morte nos separe, mas ele vem. Me tira o sono, lágrimas, e a fome. Me acelera o coração, e traz consigo sorrisos bobos, desses meio de canto. Me tira o controle, e toda a minha sanidade. Eu nunca sei o que estou fazendo, e muito menos o que devo fazer. Tenho frio na barriga, e ciume. Ando pela rua estranha. Acho que se me assistisse andando, riria, e me chamaria de chapéuzinho vermelho. Ando pulando, e sorrindo pra todos. As vezes até cantando interiormente. Fico romântica. E até me odeio por estar assim. Afinal, ser frio é tão mais seguro. Tão menos doloroso. No fundo, ninguém quer ficar vulnerável. Em especial, eu. E muito menos você. Somos tão parecidos. Eu sinto o seu cheiro sem ao menos você estar por perto. Eu gosto de você mais do que pode sonhar. E já que chegou, seja o meu felizes para sempre, e fica.

Letícia Carvalho


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Posted hace 4 meses

Tem aqueles pequenos momentos tristes, no meio de uma conversa boba, de uma risada, de uma leitura, em que eu lembro de você. Descubro que eu não sei mais como respirar. Sempre foi difícil assim puxar o ar pra dentro dos pulmões? E não sei mais como me movimentar. Todo o meu corpo parece dez vezes mais pesado e mais lento. E não sei como fazer parar a dor. E não entendo que dor é essa, não sei onde começa, nem onde termina. Só sei que dói. Uma dor que não te faz gritar, mas te faz ficar em silêncio. E essa parece ser a pior. Descubro que não sei ser normal e não sei ser nada, além de saudade. A voz não sai porque tem um nó maldito na minha garganta. E não entendo como eu posso ser uma pessoa completa sem você. O que me resta e o que eu aprendi a fazer, é só ficar parada, respirando fundo e esperando esse tal momento passar. E passa. Sempre passa. Mas você não passa nunca.
Iolanda Valentim. (via oescritor)

(Fuente: ivalentim)

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1 554 notas   -   Posted hace 4 meses

Tem dias em que você quer um colo, mais nada. Porque de vez em quando tudo que a gente precisa é isso, se cercar de carinho e nada mais. Sem palavras, só presença física.
Clarissa Corrêa.   (via prestigiada)

(Fuente: harmonizar)

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32 786 notas   -   Posted hace 4 meses

Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, um alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E rezar – se ainda acreditar – pra sair ainda bem melhor do outro lado de lá.
Fernanda Melo.  (via renunciador)
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4 110 notas   -   Posted hace 4 meses

As vezes não me reconheço em frente ao espelho. Qualquer mudança na sequência da minha rotina me provoca dilúvios. Mas qualquer rotina longa me entedia. 

Qualquer decisão a ser tomada me dá dores de cabeça, e depois me embrulha o estômago. Eu nunca consigo decidir rápido, e quando consigo, sempre saio com a sensação de que tudo poderia ser diferente. É aí que eu choro. Principalmente se a palavra sentimento estiver envolvida. E olha, que estou cansada de saber que os homens bebem as lágrimas das mulheres em copos americanos, no bar de um cara apelidado de Marinho, enquanto riem, e ao mesmo tempo comem torresmo. Traduzindo, não vale a pena.

O meu lado masculino, os anos de convivência, e os melhores amigos machos denunciam. É chegada a hora de ir aproveitando um dia após o outro, e de começar a atuar, uma espécie de roteiro no qual eu não sei o final , e que poderia ter tomado outro rumo, simplesmente pela presença, ou ausência de um sim-não, ou um vai-fica. E então, quando fecho a porta do quarto, sinto nojo de mim mesma, e dessa máscara que eu carrego. O que finalmente me leva ao início do dia, onde mergulho no espelho, e não me reconheço. E dá a largada ao ciclo mais uma vez… Eu opto sempre pela máscara. E não por uma máscara qualquer. Eu sempre carrego em meu rosto a mais pesada, forte, e resistente. E no bolso, claro, uma sorridente, que é pro caso da minha decisão dar certo.

Letícia Carvalho


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1 nota   -   Posted hace 4 meses

silenciaconfiaesegue:

O encontro marcado, Fernando Sabino
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3 notas   -   Posted hace 4 meses

‘O otimista erra tanto quanto o pessimista, mas não sofre por antecipação’

Fernando Sabino


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Posted hace 4 meses