Penteadeira Negra

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Junio 2013

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Eu não aceito te perder assim. Eu ainda tenho muito amor guardado pra te dar. ‘sou menino, e teu amor é que me faz crescer’ . A tristeza me rende textos, alguns mergulhos na bebida, e sempre ressaca moral. Mas a felicidade me rende voce. Ou melhor,ela vem de você. Do seu sorriso mágico. Da sua voz desgovernada quando tenta cantar aquelas partes graves de Coldplay ,ou imitar o instrumental de Los Hermanos. Eu sempre dou risada. Quando tenta me irritar, e aperta meu nariz. Ah, eu já falei que eu adoro o formato das suas mãos? Elas têm um formatozinho quadrado, que é só seu. Ou de quando a gente ri do jeito afastado de alguns casais que estao entediados se comportam, numa promessa implícita de nunca ficarmos assim. Ou quando voce me enche de perguntas de manhã, porque sabe que sou lesada, e nunca sei nem o meu nome quando acordo. O jeito que dorme, o tanto que fala, o modo como fala, seu cheiro, seu jeito, seu estilo, seu olhar, seu tudo. Meu tudo. Eu quero, e preciso. Eu sei que ainda temos muita coisa pra viver. Eu quero ter muitas brincadeiras internas, muitas histórias e muito tempo com voce.

Letícia Carvalho

Jun 9, 2013

Mayo 2013

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May 28, 20135,652 notes

Febrero 2013

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“Passei a vida te esperando, entende? Quando eu te escondo o jogo, quando eu te trato mal, é tudo medo, é tudo medo do amor.” —Cazuza.     (via descritivo)
Feb 12, 201328,055 notes

Não me venha com essa merda de idéia clichê de livro de auto ajuda, em que a gente só tem o amor que merece. Amor que merece o caramba! Podem sair espalhando que as pessoas têm o respeito que merecem. Isso sim, depende da atitudes alheias. Amor não é o tipo de coisa que se merece, deseja, ou perde. Amor não some. Ele desgasta, mas continua por aí, de outras formas. Amor não se deseja. Ele vem. Chega da forma mais assustadora possível, e quando menos se espera. Eu nunca vou saber se ele chega pra ficar até que a morte nos separe, mas ele vem. Me tira o sono, lágrimas, e a fome. Me acelera o coração, e traz consigo sorrisos bobos, desses meio de canto. Me tira o controle, e toda a minha sanidade. Eu nunca sei o que estou fazendo, e muito menos o que devo fazer. Tenho frio na barriga, e ciume. Ando pela rua estranha. Acho que se me assistisse andando, riria, e me chamaria de chapéuzinho vermelho. Ando pulando, e sorrindo pra todos. As vezes até cantando interiormente. Fico romântica. E até me odeio por estar assim. Afinal, ser frio é tão mais seguro. Tão menos doloroso. No fundo, ninguém quer ficar vulnerável. Em especial, eu. E muito menos você. Somos tão parecidos. Eu sinto o seu cheiro sem ao menos você estar por perto. Eu gosto de você mais do que pode sonhar. E já que chegou, seja o meu felizes para sempre, e fica.

Letícia Carvalho

Feb 3, 2013
“Tem aqueles pequenos momentos tristes, no meio de uma conversa boba, de uma risada, de uma leitura, em que eu lembro de você. Descubro que eu não sei mais como respirar. Sempre foi difícil assim puxar o ar pra dentro dos pulmões? E não sei mais como me movimentar. Todo o meu corpo parece dez vezes mais pesado e mais lento. E não sei como fazer parar a dor. E não entendo que dor é essa, não sei onde começa, nem onde termina. Só sei que dói. Uma dor que não te faz gritar, mas te faz ficar em silêncio. E essa parece ser a pior. Descubro que não sei ser normal e não sei ser nada, além de saudade. A voz não sai porque tem um nó maldito na minha garganta. E não entendo como eu posso ser uma pessoa completa sem você. O que me resta e o que eu aprendi a fazer, é só ficar parada, respirando fundo e esperando esse tal momento passar. E passa. Sempre passa. Mas você não passa nunca.” —Iolanda Valentim. (via oescritor)
Feb 2, 20131,554 notes
“Tem dias em que você quer um colo, mais nada. Porque de vez em quando tudo que a gente precisa é isso, se cercar de carinho e nada mais. Sem palavras, só presença física.” —Clarissa Corrêa.   (via prestigiada)
Feb 2, 201332,787 notes

Enero 2013

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“Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, um alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E rezar – se ainda acreditar – pra sair ainda bem melhor do outro lado de lá.” —Fernanda Melo.  (via renunciador)
Jan 29, 20134,110 notes

As vezes não me reconheço em frente ao espelho. Qualquer mudança na sequência da minha rotina me provoca dilúvios. Mas qualquer rotina longa me entedia. 

Qualquer decisão a ser tomada me dá dores de cabeça, e depois me embrulha o estômago. Eu nunca consigo decidir rápido, e quando consigo, sempre saio com a sensação de que tudo poderia ser diferente. É aí que eu choro. Principalmente se a palavra sentimento estiver envolvida. E olha, que estou cansada de saber que os homens bebem as lágrimas das mulheres em copos americanos, no bar de um cara apelidado de Marinho, enquanto riem, e ao mesmo tempo comem torresmo. Traduzindo, não vale a pena.

O meu lado masculino, os anos de convivência, e os melhores amigos machos denunciam. É chegada a hora de ir aproveitando um dia após o outro, e de começar a atuar, uma espécie de roteiro no qual eu não sei o final , e que poderia ter tomado outro rumo, simplesmente pela presença, ou ausência de um sim-não, ou um vai-fica. E então, quando fecho a porta do quarto, sinto nojo de mim mesma, e dessa máscara que eu carrego. O que finalmente me leva ao início do dia, onde mergulho no espelho, e não me reconheço. E dá a largada ao ciclo mais uma vez… Eu opto sempre pela máscara. E não por uma máscara qualquer. Eu sempre carrego em meu rosto a mais pesada, forte, e resistente. E no bolso, claro, uma sorridente, que é pro caso da minha decisão dar certo.

Letícia Carvalho

Jan 29, 20131 note
Jan 29, 20133 notes

‘O otimista erra tanto quanto o pessimista, mas não sofre por antecipação’

Fernando Sabino

Jan 29, 2013

‘Os homens se dividem em duas espécies: Os que têm medo de viajar de avião, e os que fingem que não têm’

Fernando Sabino

Jan 29, 2013

‘Mesmo o amor que não compensa, é melhor do que a solidão’

Vinícius de Moraes

Jan 29, 2013
Hoje eu senti sua falta

Senti falta do seu andar apressado pelo corredor, seguido de duas pitadas de arrependimento, e da ré mais bonita que eu já vi na vida. 

Senti falta do seu sorriso largo, e da sua cara sapeca. Cara esta, de quem finge não se importar, mas no fundo sabe que se importa mais do que jamais sonha. 

Voltemos á rotina: andar, arrependimento, ré, sorriso largo, cara de fingimento. Lembrei! … Frio na barriga. E por último, a grande espera desses seus malditos olhos grandes, lindos, e marcantes, ansiosos pelos meus, que exalam ódio, na esperança de não demonstrar o quão ridículo é o meu estômago. Exato! O meu estômago; que é feito de Hopi Hari por essas borboletas idiotas que eu não sei como foram parar lá , mas que eu não quero que saiam nunca mais! 

Eu senti falta dessa rotina besta, mas que talvez seja  parte de um dos melhores 60 segundos do meu dia. E quer saber? É tanto amor e ódio misturado, que eu já nem sei como apadrinhar esse sentimento.

Letícia Carvalho

Jan 29, 2013
Strip-Tease

Chegou no apartamento dele por volta das seis da tarde e sentia um nervosismo fora do comum. Antes de entrar, pensou mais uma vez no que estava por fazer. Seria sua primeira vez. Já havia roído as unhas de ambas as mãos. Não podia mais voltar atrás. Tocou a campainha e ele, ansioso do outro lado da porta, não levou mais do que dois segundos para atender.

Ele perguntou se ela queria beber alguma coisa, ela não quis. Ele perguntou se ela queria sentar, ela recusou. Ele perguntou o que poderia fazer por ela. A resposta: sem preliminares. Quero que você me escute, simplesmente.
Então ela começou a se despir como nunca havia feito antes.

Primeiro tirou a máscara: “Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade. Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade. Ser correspondida é o que menos me importa no momento: preciso dizer o que sinto”.


Então ela desfez-se da arrogância: “Nem sei com que pernas cheguei até sua casa, achei que não teria coragem. Mas agora que estou aqui, preciso que você saiba que cada música que toca é com você que ouço, cada palavra que leio é com você que reparto, cada deslumbramento que tenho é com você que sinto. Você está entranhado no que sou, virou parte da minha história.”

Era o pudor sendo desabotoado: “Eu beijo espelhos, abraço almofadas, faço carinho em mim mesma tendo você no pensamento, e mesmo quando as coisas que faço são menos importantes, como ler uma revista ou lavar uma meia, é em sua companhia que estou”.

Retirava o medo: “Eu não sou melhor ou pior do que ninguém, sou apenas alguém que está aprendendo a lidar com o amor, sinto que ele existe, sinto que é forte e sinto que é aquilo que todos procuram. Encontrei”.

Por fim, a última peça caía, deixando-a nua
“Eu gostaria de viver com você, mas não foi por isso que vim. A intenção é unicamente deixá-lo saber que é amado e deixá-lo pensar a respeito, que amor não é coisa que se retribua de imediato, apenas para ser gentil. Se um dia eu for amada do mesmo modo por você, me avise que eu volto, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui”.

E saiu do apartamento sentindo-se mais mulher do que nunca.

Martha Medeiros

Jan 23, 20131 note

Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.

Martha Medeiros

Jan 23, 2013
Amor Epidérmico

Seus pais foram jantar fora e deixaram o apartamento só para você, seu namorado e a tevê a cabo. Que inconseqüentes! Em menos de um minuto vocês deixam a televisão falando sozinha e vão ensaiar umas cenas de amor no quartinho dos fundos. De repente, escutam o barulho da fechadura. Seu pai esqueceu o talão de cheques. Passos no corredor. Antes que você localize sua camiseta, sua mãe se materializa na porta. Parece que ela está brincando de estátua, mas não resta dúvida que entrou em estado de choque. Você diz o quê? Mãe, a carne é fraca.

A desculpa é esfarrapada mas é legítima. Nada é mais vulnerável que nosso desejo. Na luta entre o cérebro e a pele, nunca dá empate. A pele sempre ganha de W.O.

Você planeja terminar um relacionamento. Chegou à conclusão que não quer mais ter a seu lado uma pessoa distante, que não leva nada à sério, que vive contando piadinhas preconceituosas e que não parece estar muito apaixonado. Por que levar a história adiante? Melhor terminar tudo hoje mesmo. Marca um encontro. Ele chega no horário, você também. Começam a conversar. Você engata o assunto. Para sua surpresa, ele ficou triste. Não quer se separar de você. E para provar, segura seu rosto com as duas mãos e tasca-lhe um beijo. Danou-se.

Onde foram parar as teorias, os diálogos que você planejou, a decisão que parecia irrevogável? Tomaram Doril. Você agora está sob os efeitos do cheiro dele, está rendida ao gosto dele, está ligada a ele pela derme e epiderme. A gravação do seu celular informa: seus neurônios estão fora da área de cobertura ou desligados.

Isso nunca aconteceu com você? Reluto entre dar-lhe os parabéns ou os pêsames. Por um lado, é ótimo ter controle absoluto de todas as suas ações e reações, ter força suficiente para resistir ao próprio desejo. Por outro lado, como é bom dar folga ao nosso raciocínio e deixar-se seduzir, sem ficar calculando perdas e danos, apenas dando-se ao luxo de viver o seu dia de Pigmaleão.

A carne é fraca, mas você tem que ser forte, é o que recomendam todos. Tente, ao menos de vez em quando, ser sexualmente vegetariano e não ceder às tentações. Se conseguir, bravo: terá as rédeas de seu destino na mão. Mas se não der certo, console-se. Criaturas que derretem-se, entregam-se, consomem-se e não sabem negar-se costumam trazer um sorriso enigmático nos lábios. Alguma recompensa há de ter.

Martha Medeiros

Jan 23, 2013
Aí Tem

As coisas são como são. Se alguém diz que está calmo, é porque está calmo. Se alguém diz que te ama, é porque te ama. Se alguém diz que não vai poder sair à noite porque precisa estudar, está explicado. Mas a gente não escuta só as palavras: a gente ouve também os sinais.

Ele telefonou na hora que disse que ia ligar, mas estava frio como um iglu. Você falava, falava, e ele quieto, monossilábico. Até que você o coloca contra a parede: “O que é que está havendo?”. “Nada, tô na minha, só isso.” Só isso???? Aí tem.

Ele telefonou na hora que disse que ia ligar, mas estava exaltado demais. Não parava de tagarelar. Um entusiasmo fora do comum. Você pergunta à queima-roupa: “Que alegria é essa?” “Ué, tô feliz, só isso”. Só isso????? Aí tem.

Os tais sinais. Ansiedade fora de hora, mudez estranha, olhar perdido, mudança no jeito de se vestir, olheiras e bocejos de quem dormiu pouco à noite: aí tem. Somos doutoras em traduzir gestos, silêncios e atitudes incomuns. Se ele está calado demais, é porque está pensando na melhor maneira de nos dar uma má notícia. Se está esfuziante demais, é porque andou rolando novidades que você não está sabendo. Se ele está carinhoso demais, é porque não quer que você perceba que está com a cabeça em outra. Se manda flores, é porque está querendo que a gente facilite alguma coisa pra ele. Se vai viajar com os amigos, é porque não nos ama mais. Se parou de fumar, é uma promessa que ele não contou pra você. Enfim, o cara não pode respirar diferente que aí tem.

Às vezes não tem. O cara pode estar calado porque leu um troço que mexeu com ele, ou está falando muito porque o time dele venceu. Pode estar mais carinhoso porque conversou sobre isso na terapia e pode estar mais produzido porque teve um aumento de salário. Por que tudo o que eles fazem tem que ser um recado pra gente?

É uma generalização, mas as mulheres costumam ser mais inseguras que os homens no quesito relacionamento. Qualquer mudança de rota nos deixa em estado de alerta, qualquer outra mulher que cruze o caminho dele pode ser uma concorrente, qualquer rispidez não justificada pode ser um cartão amarelo. O que ele diz importa menos do que sua conduta. Pobres homens. Se não estão babando por nós, se tiram o dia para meditar ou para assistir um jogo de vôlei na tevê sem avisar com duas semanas de antecedência, danou-se: aí tem.

Martha Medeiros

Jan 23, 2013
Até o último Dia

Quer meu amor, carinho, respeito e admiração? Me deixa livre, me deixa solta, não me pressiona, não me força, não me prende. Mas ao mesmo tempo me mostra que tenho pra onde voltar, que tenho abrigo, que tenho colo, que tenho conforto e, de quebra, um cafuné pra me fazer companhia nas noites vazias.

 

Não sou tão difícil assim de desvendar. Meus olhos nunca souberam mentir, apesar da minha boca dizer certas coisas que nem sempre são sinceras. Me desculpe, mas é que às vezes preciso fingir. Preciso dizer que não te quero só pra ver se me convenço. É que não posso te querer tanto. Dizem que o amor machuca, eu tenho esse lado infantil que se atira sem pensar e esse lado adulto que se preocupa com os tombos que surgem no meio dessa difícil estrada que é o sentir. 


Tenho um bocado de coisas pra aprender, meu coração ainda é criança. Sofro por coisas bobas, me preocupo com o que ninguém vê. O invisível sempre me interessou demais. Aquilo que a gente não consegue tocar, mas que consegue sentir profundamente. E eu sinto tanto, tanto. Me confundo no meio de tantos sentimentos bons, contraditórios, sem nome, sem nexo. Nem sempre sentir esclarece as coisas, não. Muitas vezes o sentir só atrapalha tudo e deixa a gente ainda mais enrolado. Mas que graça a vida teria se não fossem esses gostinhos doces e salgados, alternando, se misturando, lutando entre si? Nenhuma. Por isso, aceito resignada o que me foi destinado. Nasci pra andar sempre de mãos dadas com a minha liberdade e com o amor que me move e me faz sentir cada coisa de forma arrebatadora. E vou viver assim até o último dia da minha vida. 

 

Clarissa Correa

Jan 23, 2013
Não deixe o Amor Passar


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

Carlos Drummond de Andrade

Jan 23, 2013
“Não cobra muito de mim e nem aposta na minha pessoa. Eu costumo dar prejuízo.” —Allax Garcia (via poetasolitari0)
Jan 21, 201335,034 notes
“Amor? Não sei. É meio paranoico. Parece uma coisa para enlouquecer a gente devagar. ” —Caio Fernando Abreu    (via 1-pequenopoeta)
Jan 21, 2013459 notes
Jan 21, 201326,989 notes
Interior é a tradução de Simplicidade

Não adianta. Eu gosto de gente simples. De conversa de ponto de ônibus, que sempre começa com algo do tipo ‘o dia está quente-frio-chuvoso, ou ensolarado’ seguido de um ‘não é?’ Isso é coisa de interior, de gente que nem se conhece, que nunca se viu na vida, mas que o simples fato de estarem naquele espaço, já faz com que comecem um diálogo. Eu gosto de bar copo sujo, como dizem por aqui. Nada que a vigilância sanitária tenha que se preocupar. Isso é coisa de interior. O copo mergulhado em suco de limão com sal, e esquecido no congelador. Logo depois, o dono do bar, balconista, cozinheiro, e caixa, chamado Jaci, vem com aquela Brahma congelada por fora, e cremosa por dentro, e a coloca naquele maravilhoso copo sujo. Que combinação perfeita! Eu gosto de conhecer todas as pessoas da minha rua. De dar bom dia, boa tarde, boa noite. Eu gosto de viajar, e saber que os meus vizinhos vigiam a minha casa. Eu gosto de deitar no chão do terraço em noites quentes e olhar as estrelas. De chegar nas festas e ter que cumprimentar todos. Isso é coisa de interior. Até a falação alheia me agrada. Todo mundo é um pouco primo de todo mundo. Basta mergulhar um pouco nos antecedentes e ‘batata’. É parente! E eu gosto mais ainda de juntar os amigos que fiz no ponto de ônibus, aqueles das festas que eu tenho mais afinidade, alguns vizinhos, já que somos toooooooooooodos primos, o Jaci, e a Brahma, e sentar no bar pra tocar violão, cantar,  e como em toda cidade do interior, e como todo bom mineiro, PROSEAR!

Letícia Carvalho

Jan 21, 20131 note
Pulguinha

Bruna. A nossa querida Pulguinha. Hoje você está realizando o sonho de toda menina, que é entrar no salão com um longo vestido de pedrarias, dançar valsa, e comemorar com todos os seus amigos. Considere hoje, como a sua noite de princesa. Como já dizia Machado de Assis, ‘quinze anos é a idade das primeiras palpitações, a idade dos sonhos, a idade das ilusões amorosas, a idade de Julieta; é a flor, é a vida e a esperança, o céu azul, o campo verde, o lago tranqüilo, a aurora que rompe, a calhandra que canta, Romeu que desce a escada de seda, o último beijo que as brisas da manhã ouvem e levam, como um eco, ao céu’ . Existe somente uma idade para a gente ser feliz,  somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida. Então, por que não começar agora? Depois dos quinze menina vira mulher. Aproveite pra sonhar como uma menina, pra ser feliz, e pra fazer acontecer como adulta. O seu jeitinho de miniatura implicante, encanta a todos nós, e é uma alegria compartilhar esse dia incrível ao seu lado.


Letícia Carvalho

Jan 18, 2013
“Mas de que adianta sair para festa e voltar para casa sempre com o coração vazio?” —Caio Fernando Abreu. (via amarga-metade)
Jan 18, 201321,797 notes
Jan 11, 20138 notes
“Faz muito tempo que não fico fascinado assim por alguém.
Esse pensamento me perturba.”
—50 Tons de Cinza.  (via thiaramacedo)
Jan 8, 201317,714 notes
Jan 7, 20131 note
Jan 7, 2013
Jan 7, 2013
Jan 7, 201313 notes
Jan 4, 201365 notes
“Sim, eu me faço de forte, mas já chorei no meu quarto, em silêncio, a porta fechada, travesseiro no rosto, chorei por dentro, sofri. Mas sabe o que tudo isso resultou; nada, é preciso aprender a crescer, viver, ser ‘gente grande’ e enfrentar os próprios problemas.” —Dom Casmurro.  (via sentimentalizador)
Jan 3, 201373,356 notes
“Uma vez minha vó me disse que homem é igual a biscoito: vem um, vêm 18. Eu devia ter uns 15 anos e achei graça. Mas só hoje, 14 anos depois, do alto da minha solteirice, eu compreendi tudo sobre essa teoria. E vi que vovó tinha razão. Funciona assim: quando a gente tá carente, sozinha, solteira, e sai ligando pra todos os paqueras, ex-namorados, rolos e afins, ninguém te quer, não é? Pois é. Essa é a primeira fase: tocos em profusão. Na segunda fase, a gente resolve que não precisa de homem nenhum pra ficar bem, e aí aparece um só pra contradizer nossa certeza de auto-suficiência. Vem todo carinhoso, romântico, paparicante… A gente baixa a guarda, começa a sair com o cara, percebe que ele é interessante, resolve ver no que dá. Vai saindo, conhecendo, ficando… E aí o que acontece? Entra na fase 3: a Teoria do Biscoito. Chega um momento em que tu sente que a historinha tá evoluindo pra um possível compromisso, que está gostando daquele carinha, mesmo que ele não seja o príncipe encantado que sempre habitou seu imaginário de mulherzinha. Só que aí, neste exato momento, TODOS os outros que te dispensaram antes começam a te ligar. Parece que eles farejam no ar, que combinam entre si. Acho que a gente deve exalar algum cheiro diferente que, interpretado pelo cérebro masculino, diz “eu encontrei alguém, não estou disponível”. Imediatamente, você se torna o objeto de cobiça de todos eles. Talvez justamente por estar radiante, feliz e não-disponível. Aí rola aquela seqüência inacreditável de acontecimentos fantásticos. Você tá na vernissage com seu novo pretendente e aquele gatinho que você beijou a dois meses e nunca mais deu notícias começa a te ligar. Você vai pra boate sozinha (no dia que seu gatinho resolve ficar em casa descansando) e encontra aquele clone do Rodrigo Santoro, que namorava sua colega de serviço na década passada, e ele te olha, te acha linda e quer ficar com você. E aquele outro, que era seu sonho de consumo como namorado perfeito, partidão, mas que sempre te esnobou, começa a te ligar quase diariamente: chama pro cinema, chama pro showzinho, liga para perguntar o que tu tá fazendo, pra te falar do disco novo que comprou, liga só pra ouvir a tua voz… Tem gente que acha isso o paraíso. Mas na boa, eu acho que só serve pra atrapalhar. Porque, como mulherzinha do bem que sou, eu só quero essa penca de homens me ligando quando tô na guerra, que é pra poder escolher. Mas depois que eu resolvo sossegar com um, não quero que ninguém fique me ligando pra semear a discórdia e a dúvida na minha mente. Mas o babado é resistir às tentações. De repente, com tantos homens fantásticos te ligando, tu começa a olhar pro seu pretendente atual e a achar que ele não é tão bonito quanto o fulano, nem tão alto e gostoso como o beltrano, nem carinhoso e bem-humorado como o cicrano. Você questiona se não está com ele por pura carência, porque ele apareceu num momento de falta de opções no mercado. E essa é a grande cilada. Muitas não resistem. Dispensam o gatinho atual e tentam administrar todos os outros. Eu já fiz isso. Aí a Teoria do Biscoito entra na fase final: a de que quem come o pacote inteiro tem indigestão. Fica sem ninguém. Todos somem e você fica sozinha, se perguntando como foi que deixou escapar aquele carinha tão legal com quem estava saindo, só por capricho. Eu não sei se funciona assim para todas as pessoas. Mas eu decidi que agora vou dizer um sonoro “não, obrigada” para toda a fila de negrescos com super-cobertura, e ficar sim com aquele que não é negresco, mas é bono de chocolate. Que não é brastemp super-ultra-mega-estrelinha-plus, mas é consul-slim e se encaixa direitinho na minha casa. Que não é o príncipe encantado, lindo, maravilhoso, perfeito, em cima do cavalo branco, mas que é um cara real, de carne e osso, que está do meu lado e quer ficar comigo. Quem me diverte e me agrada, e gosta das mesmas músicas que eu, e gosta de dançar música trash dos anos 80, que me apresenta pros amigos sem nenhuma cerimônia, que fica bolando pequenas surpresas pra me fazer e que é, sim, muito lindinho à sua maneira. Simples assim. Se não der certo, não deu. Faz parte da vida. Mas eu não preciso comer o pacote inteiro de negresco pra saber que um bono de chocolate me satisfaz.” —Martha Medeiros. (via retificado)
Jan 3, 2013828 notes

Diciembre 2012

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Dec 31, 201245,679 notes
“Se te encontro, recontro, te conto e não te deixo. Mas que fique pra dançar, pra cantar em qualquer lugar. Então deixa eu te sentir, um pouco aqui, pra desfazer essa frieza que tu passa de ti. E vamos ver onde esse teu olhar verde mar, vai parar.” —Letícia  (via oxigenio-dapalavra)
Dec 28, 2012156 notes
Dec 28, 201229,663 notes
Dec 27, 201291,547 notes
Dec 26, 20121 note
Poupe-me do seu amor que nasce hoje e morre amanhã.
Dec 26, 2012249 notes
“Quando você sente saudade demais de uma pessoa, então começa a vê-la nas outras, em todos os lugares, de costas, por um jeito de andar, de sorrir ou virar a cabeça de lado.” —Caio Fernando Abreu. (via marquinhoosmark)
Dec 26, 201236,480 notes
“Irônico é ser sentimental e não saber lidar com sentimentos.” —João Pedro Bueno, Sabedorias.  (via sepultar)
Dec 26, 201216,100 notes
Dec 25, 201226,110 notes
Dec 25, 20122,974 notes
Dec 24, 201272,918 notes
Dec 24, 201219,764 notes

Tenho olhos machadianos, às vezes, “oblíquos e dissimulados” , isto é, distantes, enganadores, escondidos, um tanto indescritíveis para quem os vê. Olhos tímidos, verdade, mas que enxergam além das muralhas humanas, além dos estereótipos, além das convenções. E nesse enxergar sem fronteiras por vezes vê fome. De afeto, de afago, de sentimentos maiores, fome de olhar. Olhos que as vezes veem homens e outras escombros.


Natan Gaia

Dec 22, 2012

Ele era seu oposto, um homem que respirava intensidade, que caçava profundidades e distribuía deliberadamente afetos, sorrisos, olhares. Alguém que enxergava suas feridas e podia sara-las.

Natan Gaia

Dec 22, 2012

Ela acabou aprendendo a gastar seus sentimentos acumulados e percebeu que eles eram inesgotáveis. Passou a dividí-los, a expô-los ao mundo que havia se tornado, para ela, mais interessante, mais cheio de graça.



Natan Gaia

Dec 22, 2012

Nosso conversar calado com o passado, com as lembranças gera em nós sorrisos bobos e lágrimas silenciosas de quem só sabe sentir.

Natan Gaia

Dec 22, 2012
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